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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Brasil, escravo da cana...

grandes extensões de gramíneas,

terras boas para produzir outros que não açúcar,
mas o doce cheiro do dinheiro e o odor embriagante
do Kapital
à tudo toma e cobre,
terra, homem, terra, terra, homem, terras...


veias negras que cortam estes campos,
retalhadas pelos interesses,
que não os anseios mais profundos
de seus homens
sangram o corpo inerte e febril
de Gaia.

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